Narrativa de The Kins apresenta em Píxels fortes diversidade e igualdade de género

Em todo o mundo a luta das minorias (LGBTQ, Negros, Mulheres, Refugiados e demais grupos) é algo que ganhou muito espaço, porque também não há outro caminho além de abrirmos os espaços pequenos nas nossas mentes para se tornarem grandes e vivermos num mundo onde  todos respeitam-se e entendem um ao outro.

Desta vez The Kins trás uma narrativa cheia de Píxels carregados de mensagem que transbordam amor, paz e esperança. A narrativa denomina-se WONDERLAND – A Era Prometida.

Veja abaixo o texto original do site, começando pelo vídeo:


A igualdade é um direito nascido, mas as pessoas sofrem discriminação por suas escolhas ou preferências.

O que precisamos é uma maior compreensão uns dos outros e menos discriminação porque muitas vezes tememos o que não entendemos, mas na maioria das vezes, não há nada a temer senão o próprio medo. Vamos ampliar os nossos horizontes mentais juntos porque ao perguntarmos em vez de julgar e escutar em vez de assumir, será fácil aprender que as preferências sexuais não tornam ninguém marginalizado.

As gerações mais antigas parecem ser mais resistentes, mas como gerações mais jovens, talvez precisemos começar a mudar esta narrativa. A desigualdade de gênero, o racismo e o classismo fazem parte da mesma base mental. Discriminação com base no pensamento de que existe um “nós” e um “eles”, tem a base nos estereótipos que ninguém se importa de desmistificar.

Estes pontos são todos iguais. Pode-se dizer que são todas as diferentes partes do mesmo motor, sendo o combustível os estereótipos não resolvidos. O veículo continuará indo! Precisamos conversar mais com pessoas de diferentes opiniões e origens, diferentes culturas e caminhos de vida. Somos humanos … HUMANOS, e o que não tira nada de quem és, pode adicionar alguns valores.

Imagina-te no meio de uma selva, onde o teu medo mais profundo pode ser uma simples caminhada entre as árvores, sem saber de que ângulo serás atacado. E teres que fazer uma vida enquanto adivinhas constantemente quem poderia ser o possível predador. Tenho a certeza que ninguém queira estar nessa posição, ninguém prefere ser a victima e bem como nossos irmãos.

Podemos agora encontrar países em que os gêneros não tradicionais podem ser escolhidos e colocados em documentos legais, por exemplo – os alemães têm como possível gênero de identificação “HEN” ou masculino, feminino e não binário, tornando assim possível definir o seu próprio tipo de cor. Nós gostamos de azul, eles gostam de amarelo então porque não deixar o verde surgir? Essas diferenças podem não ser entendidas por todos, todo mundo tem o direito de gostar, não gostar e ter uma terceira opinião.

Não há vergonha nisso! Mas como todos viemos da mesma árvore, deixemos as nuvens se chocarem criando uma chuva de alegria e amor; Deixemos ela cair em nossas almas para quando o sol se reerguer novamente, os nossos corações estarem cheios de esperança e tatuados com um arco-iris.

Previous post
O problema está em não repetir
Next post
OK GO, com mais uma aula de Design e Criatividade em vídeo clip

No Comment

Leave a reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

*

*

Back
SHARE

Narrativa de The Kins apresenta em Píxels fortes diversidade e igualdade de género